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as mortes mais marcantes do cinema

Written by on 13/11/2020

Quantas lágrimas você derrama quando um personagem querido morre?


Titanic/20th Century Studios


O cinema é marcado por grandes momentos e, entre eles, não faltam as mortes de personagens que fazem doer lá no fundo do coração. No mundo da sétima arte, já presenciamos mortes iconicamente tristes, cruéis e em momentos alegres. Confira a seleção de filmes que a Ghost fez sobre as mortes mais memoráveis do cinema:


John Coffey em À Espera de um Milagre (The Green Mile)


Warner Bros


Duvidamos que exista alguém que não se emocionou em À Espera de um Milagre. Esse filme alcança até a alma! Além disso, passamos por muita raiva e tristeza devido às injustiças que acontecem com o protagonista, John Coffey. A atuação impecável de Michael Duncan acabou emocionando, até mesmo,  toda a equipe de produção — na gravação das cenas finais, quase ninguém ficou imune às lágrimas.

Apesar de entrar no corredor da morte por um “suposto” assassinato de duas meninas, o enigmático prisioneiro, John,  mostra a sensibilidade, a inocência e a ilusão de um garoto. Ele é capaz de expulsar o mal que cada pessoa sente. “Desculpe pelo que sou”, a frase emblemática de Coffey nos leva a refletir sobre o valor do tempo

Após a morte Duncan, o diretor Frank Darabont,  disse que, em sua opinião, nenhum ator merecia um Oscar, tanto quanto Michael por seu papel como Coffey. Mas no final, ele nunca recebeu esse prestigiado prêmio.


Jack Dawson em Titanic


PARAMOUNT PICTURES


Uma das cenas mais polêmicas do cinema com certeza é a morte de Jack em Titanic. O longa se transformou em objeto de análises e discussões devido à essa tragédia: afinal, o Jack poderia ter sido salvo do acidente subindo na tábua em que Rose buscou refúgio? Ou somente havia lugar para uma pessoa? 

Vinte e dois anos depois, Kate Winslet admitiu que ambos os personagens poderiam ter sido salvos. “É verdade. Creio que ele cabia no pedaço de porta”, comentou em uma entrevista ao Entertainment Tonight. Já o diretor do filme, James Cameron, assegurou que, independentemente de haver espaço na porta ou não, Jack deveria morrer: “Se ficasse vivo, o fim do filme não teria sentido… a história trata justamente de morte e separação”, disse. 

Para confirmar se Jack se salvaria ou não, os MythBusters: Os Caçadores de Mitos decidiram fazer um teste: levaram uma porta do tamanho idêntico até um lago, onde os dois apresentadores se instalaram. Apesar de estar em uma temperatura bem mais alta, não só comprovaram que o acolhimento de Jack na porta poderia ter o resgatado, mas também, poderiam ter adaptado os coletes como bóias na porta, garantindo o equilíbrio.

em 2017, as estudantes de matemática Abigail Wicks, Christy Zhang e Julia Damato também confirmaram que o personagem sobreviveria e, acabaram garantido o primeiro lugar do trio na competição nacional de matemática.


Ellie Fredricksen em Up Altas Aventuras


PIXAR


Up Altas Aventuras fez muitas pessoas esvaziarem a caixinha de lenços para secar as lágrimas. O filme todo é emocionante, mas um dos momentos mais importantes é a morte de Ellie, esposa de Carl. A História de amor do casal começou na infância e durou até a velhice. Após a morte de Ellie, a sua presença ao decorrer do filme, se apresenta por meio do tema musical e da cor magenta.


Marley em Marley & Eu


Regency Enterprises


Quem não chorou com a cena do Marley morrendo? O longa do “pior cão do mundo” ficou conhecido primeiro em 2003, quando o autor do livro John Grogan, publicou uma coluna no jornal em que trabalhava, contando sobre a dor de perder o companheiro que o acompanhou durante 13 anos. De 20 cartas que costumava receber após seus textos, o número saltou para cerca de 800. Para externar a dor de perder Marley, que havia chegado à casa dele e de Jenny antes mesmo do nascimento de seus três filhos, Grogan resolveu escrever sobre a trajetória difícil, mas memorável ao lado do bicho batizado em homenagem ao cantor Bob Marley


Mufasa em O Rei Leão (Lion King)


Disney


Desde 1994, O Rei Leão é um filme amado por muitas crianças, e encanta os adultos. Uma das cenas que partem o coração assassinato de Mufasa por Scar, que também manda matar Simba, seu sobrinho herdeiro do “trono” da selva. O fato de Mufasa e Scar serem irmãos deixa essas atitudes ainda mais dramáticas – e reflete de forma fiel a história original na qual o Rei Leão se baseou: a tragédia shakespeariana Hamlet, em que o pai do protagonista também é morto pelo tio.


Bruno e Shmuel em O Menino do Pijama Listrado (The Boy in the Striped Pyjamas)


Miramax


O Menino do Pijama Listrado é uma adaptação do livro de John Boyne, e conta um dos piores episódios da humanidade. A história é uma contraposição de realidades:  ninguém escolhe onde quer nascer, ninguém tem a culpa de pertencer a um ou outro berço. As crianças não entendem essas diferenças, assim, Bruno e Shmuel veem na outra pessoa um igual, um amigo com quem brincar e compartilhar aventuras.


Professor Xavier em Logan


marvel


A morte do Professor Xavier em Logan é fazer chorar rios. No filme, o Professor está com cerca de 90 anos. Além disso, o longa marcou a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine. A dupla está no Guinness World Records,  por “carreira mais longa como super-herói da Marvel”. Graças a sua jornada que começou em 2000 com X-Men – O Filme e terminou em 2016. Com Logan, os dois interpretaram os papéis por 16 anos e 228 dias oficialmente. 


Han Solo em Star Wars: O Despertar da Força (The Force Awakens)


Lucasfilm


A morte de um dos personagens mais amados do cinema, Han Solo, também causou controversas em  “Star Wars: O Despertar da Força”:  a cena em que Leia abraça Rey após a morte de Han Solo e “ignora”o antigo amigo e companheiro de Han, Chewbacca. No entanto, anteriormente, o diretor J.J. Abrams admitiu que a cena entre Suotamo e Carrie Fisher não teve o efeito esperado,  e explicou que o abraço de Rey e Leia era para refletir uma “comiseração pela perda mútua”.


Dobby em Harry Potter e as RelIquias da Morte pt. 1 (the Deathly Hallows)


WARNER BROS


O pequeno e adorável elfo doméstico, Dobby, arrancou lágrimas de muitas pessoas. Inclusive, a escritora J.K. Rowling pediu desculpas por ter “matado” Dobby antes da Batalha de Hogwarts. Com esse pedido, Rowling manteve a tradição de pedir perdão anualmente, pelas mortes ocorridas em um dos eventos mais importantes da série de livros do jovem bruxo. Na história, o Dobby é atingido pela adaga de Belatriz Lestrange, enquanto salvava Harry, Rony, Hermione e mais heróis da prisão na Mansão Malfoy. A sua sua morte ocorre no final do primeiro filme, Relíquias da Morte.


Guido em A vida é bela (La vita è bella)


MIRAMAX FILMS


Um dos filme mais tristes do cinema, A Vida é Bela mostra situações brutais de forma simples. O longa é capaz de se alternar entre risos e lágrimas, em especial, quando Guido Orefice morre.  Ele tem um propósito, ele quer sobreviver, mas, acima de tudo, ele quer fazer isso para o seu filho: Guido com a imaginação fértil e vontade,  criou uma realidade falsa para que seu filho, Giosué, não saiba o que está vivendo. Ou seja, diminuir o sofrimento ou intensidade dos horrores que estavam acontecendo, dessa forma, evitando traumas na mente de Giosué


Fontes: Aventuras na História, Globo, UOL, Superinteressante, A Mente é Maravilhosa, Adorocinema, Rolling Stone,  G1, Observatório de Cinema, Psicanálise Clínica e Incrível Club,


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