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Mulheres no cinema

Written by on 02/10/2020

CONHEÇA DIRETORAS QUE INSPIRAM A INDÚSTRIA DO CINEMA



Você já deve ter percebido que são poucas as mulheres que estão na direção de um filme, e assim,  a representatividade delas segue sem tanto destaque no cinema. As diretoras de filmes representavam 10,6% em 2019, segundo um estudo do USC Annenberg Inclusion Initiative, da Universidade do Sul da Califórnia. Se você está procurando filmes para a sua lista, confira as indicações da Ghost e conheça mais o trabalho delas. 


Matrix



A obra-prima das irmãs  Lana e Lilly Wachowski estreou em 1999. Diversos atores foram cotados para interpretar Neo (Keune Reeves), entre eles estiveram  Johnny Depp, Brad Pitt, Ewan McGregor, Tom Cruise, Leonardo DiCaprio e Will Smith.  As diretoras  trouxeram o coreógrafo veterano Yuen Woo-ping, que trabalhou com Jet Li, para elaborar as cenas de lutas. 


Lady Bird: A Hora de Voar


IAC


Esse foi o primeiro trabalho solo de Greta Gerwing como diretora e roteirista, lançado em 2018. O filme foi bem avaliado no Rotten Tomatoes, ultrapassando o recorde de Toy Story (1999), um dos longas com maior nível de aprovação no site. Além disso, o filme de Gerwing foi indicado em cinco categorias do Oscar: Melhor Filme, Diretora, Atriz, Atriz Coadjuvante e Roteiro Original.


Lost in Translation (Encontros e Desencontros)


American Zoetrope


O segundo filme de Sofia Coppola  ganhou o Oscar de melhor roteiro original em 2004. Mesmo 16 anos após o lançamento de Lost in Translation, Coppola ainda se diz surpresa com a repercussão do filme. O longa é supostamente baseado no relacionamento da diretora com o cineasta Spike Jonze (Her, 2014). 


Wonder Woman (Mulher Maravilha)


DC Films


Patty Jenkins é a primeira mulher a dirigir um filme de super-heroína, Wonder Woman foi lançado em 2017. Apesar do recente lançamento, o roteiro estava em desenvolvimento desde 1996, desde essa época cinco pessoas passaram pelo cargo para escrever o filme. Já imaginou Angelina Jolie como Diana Prince? Em 2005, atriz foi considerada para protagonizar a trama. Em breve a heroína estará de novo nas telonas em “Wonder Woman, 1984”, com estreia marcada para 25 de dezembro de 2020.  


Pet Sematary (Cemitério Maldito)


Paramount Pictures


Pet Sematary (1989) de Mary Lambert é uma adaptação do livro de Stephen King, que também é autor do roteiro. Antes desse filmeLambert havia dirigidos  curtas e clipes de cantores famosos, como “Like a Prayer”, “Material Girl”, “Like a Virgin” de Madonna e outras artistas como Lionel Richie, Mick Jagger e Whitney Houston.  Também dirigiu episódios de famosos seriados de TV da atualidade, como “Arrow” e “Black List”.


The Hurt Locker (Guerra ao Terror)


Voltage Pictures


Com seis Oscars na bagagem, incluindo de melhor direção (Filme, Direção, Roteiro Original, Edição, Som, Edição de Som), Kathryn Bigelow  superou Avatar, que levou três estatuetas naquele noite. Em 2009, o longa foi lançado inicialmente no Brasil direto em DVD, e quase um ano depois chegou aos cinemas devido às indicações ao Oscar. 


American Psycho (Psicopata Americano)


Lions Gate Entertainment


O filme de Mary Harron causou muita polêmica nos Estados Unidos na época de seu lançamento em 2000, devido às suas fortes cenas de violência. A obra é baseada no livro de Bret Easton Ellis, e recentemente teve  um relançamento pela Editora Darkside


Captain Marvel (Capitã Marvel)


Marvel Studios


Anna Boden é a primeira diretora feminina do Universo Cinematográfico Marvel (MCU) e esteve no comando de Capitã Marvel (2019). Para o papel da heroína,  Brie Larson se reuniu com a brigadeiro-geral Jeannie Marie Leavitt, que se tornou a primeira piloto de caça feminina da Força Aérea dos EUA (USAF) em 1993, além de ter sido a primeira mulher a comandar uma ala de combate da USAF.


We Need to Talk About Kevin (Precisamos Falar Sobre o Kevin)


BBC Films


Lançado em 2012 sob direção de Lynne Ramsay, o filme é adaptado do romance de Lionel Shriver  e disputou a Palma de Ouro de Melhor Direção no Festival de Cannes 2011 e também o Globo de Ouro. O autor do livro escreveu a obra de forma linear, já a diretora preferiu misturar presente e passado, dando uma nova cara para a obra. 


Fontes: Instituto de Cinema, Adorocinema, Revista Exame, Folha de São Paulo, Papo de Cinema, Aventuras na História, IG, Gaúcha. 


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